Notícias do Mês de Março

Portal UNILA - Novos Alunos

28 de Março

O primeiro grupo de alunos colombianos que irão integrar o quadro discente da UNILA chegou nesta semana à Foz do Iguaçu. No total, serão 56 estudantes da Colômbia, aumentando para nove o número de países latino-americanos representados na instituição. A maioria deles deixou seu país natal movido pela vontade de fazer parte de um projeto acadêmico diferenciado, voltado principalmente para a integração entre os povos latino-americanos.

É o caso de Líbia Castañeda que já fazia um curso superior na Colômbia, mas optou por vir ao Brasil cursar Cinema e Audiovisual na UNILA. Líbia contou que apesar de estudar em uma das mais prestigiadas e tradicionais universidades de seu país, a Universidade Nacional da Colômbia, queria aprofundar seus conhecimentos sobre o continente latino-americano.

“A universidade até oferecia programas de intercâmbio, mas não é a mesma coisa do que estar aqui na UNILA convivendo com tantas nacionalidades ao mesmo tempo”, declarou. Segundo Líbia, o que mais chamou a atenção na convocatória da UNILA foi a possibilidade de ter contato com várias culturas fora da sala de aula. Além de estudarem com colegas de várias nacionalidades em aulas bilíngues, os alunos da UNILA convivem com essa diversidade nas moradias estudantis e em atividades extraclasse promovidas pela Universidade.

“No dia em que chegamos jantamos com alguns estudantes da UNILA e a janta acabou se transformando em um debate sobre economia e política dos países latino-americanos. Foi uma verdadeira aula de América Latina para mim e de um jeito que jamais teríamos pelos métodos formais de educação”, ressaltou Líbia.

Oriundo da cidade de Armênia, capital do departamento de Quindío, Jeybson Marín Urbano, acredita que este intercâmbio pode enriquecer a formação profissional no curso de Ciências da Natureza. “Quero aprender de cada colega e de cada país. Até agora as bases da minha educação foram muito fechadas na Colômbia. Agora é hora de abrir esse leque para outras nações com diferentes culturas, pensamentos e tradições”, disse Jeybson. Além da Colômbia e do Brasil, em 2012 a UNILA já recebeu estudantes de outros sete países. São eles Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Equador. A Universidade ainda está aguardando a confirmação da vinda de estudantes de El Salvador e da Nicarágua.

Portal MEC - Professores formados em inglês podem estudar no Reino Unido

27 de Março

Professores formados em língua inglesa, que estejam lecionando na rede pública de ensino, podem completar seus estudos no exterior com bolsa concedida pelo Ministério da Educação. O Programa de Ensino de Inglês como Língua Estrangeira, gerenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), está com inscrições abertas até 20 de abril.

O edital pode ser consultado na página da Capes. São oferecidas até 30 vagas para curso de aperfeiçoamento em didática da língua inglesa no Instituto de Educação da Universidade de Londres. Para se candidatar, o professor tem de ter nacionalidade brasileira e licenciatura em língua inglesa e comprovar proficiência no idioma e vínculo com a rede pública de educação básica.

As inscrições são gratuitas e feitas exclusivamente pela internet. É preciso preencher um formulário e enviar documentação até 20 de abril. Os professores selecionados receberão 910 libras para custear as despesas de alimentação, hospedagem e transporte, além de passagens aéreas, seguro saúde e pagamento de taxas escolares. O curso terá duração de cinco semanas.

A Professora Estela Knitter leciona desde 2000 na rede pública de ensino de Teresina e participou ano passado do programa oferecido pela Universidade de Oregon (EUA). “Eu nunca tinha tido a oportunidade de vivenciar a língua, de ver na prática o idioma com o qual eu trabalho. Foi uma experiência incrível, tanto pessoal quanto profissional e extensiva aos meus alunos”, conta.

Rovenia Amorim

Acesse o edital na página da Capes

Mais informações por correio eletrônico ou pelo telefone (61) 2022-6668

Ouça o depoimento da professora Estela Knitter

Portal CAPES - Capes participa de feira internacional sobre ensino superior

28 de Março

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) participou, de 13 a 15 de março de 2012, em Londres, da sexta edição da feira Going Global, evento que reúne anualmente delegações de mais de 80 países ligadas ao ensino superior.

Em seu estande, a Capes apresentou aos visitantes o programa Ciência sem Fronteiras, por meio de folderes e informativos nas línguas inglesa, francesa, alemã e espanhola.

Going Global

Desde a sua criação em 2004, a Going Global passou de uma feira bianual no Reino Unido a um evento anual, alternando seu local de realização entre o Reino Unido e algum outro destino internacional. Na edição 2012, a conferência reuniu mais de 1500 participantes, entre representantes de universidades e líderes do governo na área de educação, tornando o encontro um dos maiores fóruns do ensino superior.

Portal DCE - Alunos de Timor-Leste que vão estudar na Unilab chegam ao Ceará

28 de Março

Clima de festa na madrugada desta sexta-feira (23) no Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza. Alunos, servidores e professores da Unilab levaram uma faixa de boas-vindas, além de flores e chocolates, para recepcionar os primeiros alunos do Timor-Leste que chegam para estudar na Unilab.

O voo chegou no horário previsto, 0h15, e com ele, desembarcaram na capital cearense 46 estudantes, dois dirigentes e um funcionário da Universidade Nacional do Timor-Leste (UNTL). A maioria tem entre 18 e 23 anos de idade. Jovens que trazem na bagagem o sonho de ter uma formação profissional e de aprender a língua portuguesa.

Maria Engracia (estudante), Janio Tilman (funcionário da UNTL) e Aurora Teresa (estudante)

Maria Engracia Rodrigues e Aurora Teresa, ambas de 21 anos, disseram que estão contentes com essa oportunidade. E prometem estudar muito para serem boas alunas.

Jacqueline Freire (pró-reitora de Graduação da Unilab) ao lado de estudantes timorenses

Para a pró-reitora de Graduação da Unilab, Jacqueline Freire, “esse é um momento muito especial, porque a universidade realiza concretamente a sua missão. Trata-se da primeira cooperação bilateral formalizada entre a Unilab e uma nação, que proporciona a vinda de alunos de um país irmão para estudar no Campus da Liberdade, em Redenção”.

Santina Cardoso e o ex-aluno Mário da Costa

Durante a recepção dos alunos no aeroporto, uma grata surpresa para a estudante timorense Santina Cardoso, que chegou à Unilab em 2011. Ela reencontrou um ex-aluno do Timor. Santina foi professora do Ensino Médio de Mário da Costa na escola Sagrado Coração de Jesus, em Díli, em 2008. Ela ficou emocionada com o encontro e disse que agora vai estudar com seus alunos. Mário afirmou que também ficou muito feliz. “Quando eu tiver algum problema, já sei com quem posso contar”, revela.

Wandelcy Pinto ao lado de estudantes timorenses

A noite também foi especial para a cearense Wandelcy Pinto, assessora técnica da Secretaria da Educação do Estado. Ela fez questão de participar da recepção dos estudantes timorenses. De 2005 a 2008, Wandelcy participou de um programação de formação de professores, realizado pela Capes, no Timor-Leste. “Pra mim é uma emoção grande, pela importância dessa cooperação para o povo timorense. O Brasil está colaborando para a formação desses jovens e para a consolidação da língua portuguesa no Timor”, disse Wandelcy.

Após os cumprimentos, os estudantes foram encaminhados ao ônibus da Unilab, que os levou ao alojamento em Fortaleza. Até o início efetivo das aulas, o grupo vai ficar hospedado no Centro de Formação Frei Humberto.

Saturnino Goudinho vai estudar Administração Pública na Unilab

Dentro do ônibus, o jovem Saturnino Goudinho, de 21 anos, fez questão de expressar a felicidade de estar aqui. “Nós sabemos que o Brasil é um país muito avançado. Foi isso que me motivou a estudar tão longe de casa. Eu escolhi o Curso de Administração Pública porque no Timor, essa área é muito essencial e tem poucos profissionais qualificados”, informou o estudante. Na madrugada deste sábado (24) chega o segundo grupo do Timor-Leste, composto por 20 estudantes, 01 dirigente e 01 funcionário da UNTL, totalizando assim 69 estudantes. Eles passam o fim de semana em Fortaleza e segunda-feira (26) participam de uma solenidade de acolhida no Campus da Liberdade, em Redenção, às 10h. O evento vai contar com a participação do Embaixador do Timor-Leste no Brasil, Domingos Sousa.

After it was reported this month that not a single Russian university had cracked The Times Higher Education’s ranking of top 100 schools by academic reputation, Education Minister Andrei Fursenko said that Russia was in the process of creating its own rating system.

NY Times - Russia Moves to Improve Its University Rankings

25 de Março

After it was reported this month that not a single Russian university had cracked The Times Higher Education’s ranking of top 100 schools by academic reputation, Education Minister Andrei Fursenko said that Russia was in the process of creating its own rating system.

A brain drain from Russia has been funneling its brightest minds to the West, while the nation’s embattled higher education system struggles to find its place in the post-Soviet world. Each new rating announcement sets off hand-wringing about the predominance of the United States and the rise of China, both sore points and models for Russia.

“Russia has had some internal debate about their academic community,” Phil Baty, the editor of the Times Higher Education rankings, said by telephone from London. “They have suffered from appalling brain drain, and there is also concern that their scholastic community is isolated.

“There are some schools that are extremely impressive, but it is also struggling, and it’s all down to resources,” Mr. Baty added.

Dr. Fursenko told the Interfax news agency that ratings were an “instrument of competitive battle and influence” and should not be monopolized. He said that Russia was working with international specialists to create its own “international and universally recognized” university rating, Interfax reported this month.

Two days earlier, the Kremlin chief of staff, Sergei Ivanov, said Russia should create its own corruption rating.

The Times’s reputation rankings are based on responses by more than 17,000 academics, chosen in part according to Unesco data on the geographic spread of professors around the world.

As early as February 2011, Prime Minister Vladimir Putin was calling on Dr. Fursenko and his ministry to work out its own ranking of foreign universities.

“You must know that certain experts think that these Western ratings are, in fact, an instrument for raising their competitiveness on the labor market,” Mr. Putin said at their meeting, where they discussed a law that would recognize foreign university diplomas in Russia. “That’s why we need to be very cautious about them, and work out our own objective method of evaluating the quality of education that graduates of these universities receive.”

Last August, Mr. Putin promised 70 billion rubles, or $2.38 billion, for higher education innovation in Russia over the next five years.

Dr. Fursenko told Interfax that he would investigate why Russia had fallen on the Times Higher Education lists. Lomonosov Moscow State University, which is known for its mathematics and physical sciences programs, had been ranked 33rd by the Times last year, the first year it compiled a reputation ranking. Only two Russian universities — Moscow State and Saint Petersburg State University — made it onto The Times’s regular Top 400 ranking, placing in the 276-300 and 351-400 bands.

Russians take any blow against Moscow State very personally. It was founded in the 18th century by Mikhail Lomonosov, who is regarded as a Russian Leonardo da Vinci. The Stalin-era skyscraper that serves as its main building is one of the Russian capital’s landmarks, visible for kilometers around, and the vast university serves the function of Harvard, Oxford and the Massachusetts Institute of Technology all rolled into one.

Viktor Sadovnichy, the rector of Moscow State, told Nezavisimaya Gazeta, a Moscow newspaper, that the university had suffered in the rankings because the quality of research at universities was weighted over teaching, but that such a year-on-year drop was too precipitous.

It was most likely set off, he said, by respondents being asked a new set of questions. Mr. Sadovnichy told the newspaper that the only question mentioned in the methodology described on The Times Higher Education’s Web site is “Which university would you send your most talented graduates to for the best postgraduate supervision?” which places Russian universities at an immediate disadvantage since there is no official “postgraduate” category in Russia.

In 2009, the Russian government designated a group of research universities for an influx of funds and development, something that China did years ago, said Martin Gilman, who was director of the International Monetary Fund’s Moscow office in the 1990s and has been director of the Higher School of Economics’ Center for Advanced Studies since 2006. The Higher School of Economics, one of the designated research universities and widely regarded as Russia’s most Western-style school, has lured 25 new faculty from the international academic job market — both overseas Russians and foreign-born nationals — with the promise of research opportunities and a smaller teaching burden than they would most likely encounter in the United States.

New hires are offered tenure-track positions and the resources to publish and to travel to conferences, which, in turn, raises the university’s international profile, said Dr. Gilman. The university has been transitioning to teaching and publishing in English, as well as introducing practices like blind peer-reviewed publications that are not yet the norm in Russia.

“We know that this is not going to have big payoffs in the short term in terms of international rankings, but we are hopeful that given our strategy of 2020” — by which time H.S.E. aims to be a world-class research university — “that over the longer term, this will be a much more solid basis in creating the kind of critical mass of faculty in certain disciplines,” Dr. Gilman said.

Russia has been faced with revamping its primary and secondary education systems as well in the wake of the collapse of Communism. The introduction of a standardized college entrance exam similar to the SAT in the United States, has been controversial, but is an important step to introducing national standards in Russia, Dr. Gilman said. On the university level, the social sciences were devastated during the Soviet era and are being built virtually from scratch.

“Those involved in higher education have a formidable challenge in this country because the dead weight of the past is enormous,” Dr. Gilman said.

Yefim Pivovar, rector of the Russian State University for the Humanities, one of the most prestigious liberal arts universities, known as R.G.G.U., said that Russian universities were still far behind in physical infrastructure, which, he said, also affected rankings.

He said that R.G.G.U. had been exchanging students with Laval University in Canada for 20 years.

“They have kilometers of underground passageways between buildings,” he said. “We don’t have a single university with such passageways. I’m talking about the material base. I think they have seven rinks for Canadian hockey. That’s what we need to be doing. It’s not a question of ratings, but of the quality of our material base,” he said. Dr. Pivovar said that Russia could not ignore rankings, but that R.G.G.U.’s 200 exchanges and agreements with schools like the University of California, Berkeley, and the universities of Bochum and Freiburg in Germany also proved its connection to international academia.

Portal MEC - Universidade da Lusofonia vai receber estudantes do Timor

23 de Março

A partir desta sexta-feira, 23, a cidade de Redenção, no Ceará, será o município brasileiro com maior concentração de cidadãos do Timor Leste, país de língua portuguesa do sudeste asiático. É que nessa data chegam 69 jovens timorenses selecionados para estudar na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Até então, residiam no Brasil apenas 40 timorenses.

Com idade entre 20 e 22 anos, os alunos que chegam ao Brasil já cursaram um semestre letivo na Universidade Nacional do Timor Leste (Untl). Na Unilab, 30 deles farão o curso de licenciatura em ciências e matemática, dez vão para a engenharia de energias, dez para agronomia, dez para administração pública e nove para enfermagem.

Com a vinda desse grupo de universitários, a Unilab terá em seus cursos, neste trimestre, 105 estrangeiros. Além dos timorenses, estudam na instituição cidadãos de cinco países africanos de língua portuguesa – Angola, Cabo Verde, Guiné-bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe.

De acordo com a pro-reitora de graduação da Unilab, Jaqueline Cunha da Serra Freire, nos últimos três meses, os timorenses participaram de um curso intensivo de língua portuguesa, promovido pela embaixada do Brasil naquele país e patrocinado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores. O objetivo do curso foi fortalecer o conhecimento do português.

O Timor-Leste tem duas línguas oficiais, o português e o tétum. Colonizado por Portugal, o país viveu entre 1975 e 1999 sob o domínio da Indonésia, que proibiu o uso do português e impôs a sua língua, falada pela maior parte da população. Apenas uma pequena parcela, entre 10% e 20%, fala português. Após a independência, em maio de 2002, o Brasil assinou dois acordos com o país, de cooperação educacional e cooperação técnica. Um dos objetivos é retomar a língua portuguesa.

Missão – Para o reitor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Paulo Speller, a ampliação do número de estrangeiros significa que a missão legal e institucional da Unilab está sendo cumprida. Segundo o reitor, a relação de vagas ocupadas por brasileiros ainda é muito superior à de estrangeiros, mas esses números devem se equilibrar em pouco tempo. Pela lei que criou a Unilab, 50% das vagas se destinam a brasileiros e 50% a estudantes de países africanos e asiáticos de língua portuguesa. A nação que mais procura vagas na instituição é a Guiné-Bissau. Na seleção realizada para ingresso em março deste ano, o país teve 240 inscritos.

Na avaliação de Speller, apesar de decorridos apenas 20 meses desde a criação da universidade, ela deu passos importantes no período. Um avanço foi a ampliação do número de cursos na seleção de 2012, de cinco para sete, com a criação de uma licenciatura em letras e um bacharelado interdisciplinar em ciências humanas. O próximo salto será o aumento do número de ingressantes. Hoje, a Unilab tem 350 universitários, mas deve chegar ao final do ano com cerca de 1 mil, segundo o reitor.

Integração – Diferente da maioria das universidades públicas brasileiras, a Unilab trabalha com calendário de quatro trimestres, sendo que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são dedicados aos campos das artes, da cultura, ao estudo de línguas, e de disciplinas optativas. O trimestre cultural atende também o objetivo de ampliar as possibilidades de integração entre universitários e professores e, destes, com a cidade.

As atividades são abertas a estudantes, à comunidade e a alunos de outras instituições de ensino superior. Todos os conteúdos são ministrados por professores convidados e visitantes. Nesse período também é possível ao estudante da Unilab refazer alguma disciplina que não tenha obtido nota suficiente no trimestre anterior.

Histórico – Com sede em Redenção, cidade distante 63 quilômetros de Fortaleza, a Unilab foi criada pela Lei nº 12.289, de 20 de julho de 2010, e a primeira turma ingressou na graduação em maio de 2011. A missão da universidade é promover a integração do Brasil com os países de língua portuguesa pela via da educação.

Conheça a Unilab.

Ciência sem Fronteiras atrasa repasse de bolsa a todos os pesquisadores

28 de Março

O programa Ciências Sem Fronteiras, aposta da presidente Dilma Rousseff para a formação de pesquisadores, tem atrasado o repasse do dinheiro para bolsistas no exterior.

Um estudante brasileiro no Canadá, por exemplo, não recebeu a bolsa referente a dois meses e já teve de pedir dinheiro emprestado. Apesar de confirmar alguns atrasos, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), um dos responsáveis pelo programa, diz não saber quantos alunos estão sem receber.

Estudante do 3.º ano de Engenharia no Mackenzie, João Paulo Catanoce, de 26 anos, chegou no dia 12 de fevereiro a Vancouver, no Canadá, para fazer parte de sua graduação na conceituada Universidade da Colúmbia Britânica. Ainda no Brasil, recebeu o suficiente para comprar a passagem, mais uma quantia para plano de saúde, ajuda de custo e auxílio-moradia. Tudo referente ao primeiro mês, o de fevereiro. Dois dias depois de se instalar, encaminhou a prestação de contas dos gastos para e-mail do programa, esperando o crédito referente a março e abril - o que não ocorreu.

"É constrangedor passar por isso, ainda mais em um país onde todo mundo paga as contas em dia. Passa uma má impressão do Brasil." A previsão é de que ele receba só em meados de abril.

As regras do pagamento das bolsas são claras nesse sentido. O pagamento é trimestral e o benefício dos meses de fevereiro, março e abril deveria ter sido pago em janeiro. "O problema maior é o aluguel, porque para comer eu acabo me virando."

Sem o repasse, o estudante atrasou o aluguel por duas semanas. Só depois de pedir dinheiro emprestado ele conseguiu quitar os 800 dólares canadenses da dívida. Quem o ajudou foi um professor do laboratório de mineração em que estuda - fora o gasto com alimentação, ele paga 81 dólares canadenses mensais de transporte. "O professor entendeu e me emprestou. Não sei o que vou fazer se não depositarem logo."

Erro. O CNPq confirmou a falha e prometeu fazer o depósito só no dia 15 de abril - com valores referentes a março, abril e três meses seguintes. Até lá, Catanoce não tem ideia de como vai arcar com as contas. "Informei ao CNPq que teria de pagar o aluguel e recebi um e-mail dizendo que o gasto do aluno é problema do aluno."

Segundo o CNPq, houve um erro no sistema de registro dos bolsistas, por causa do grande volume de beneficiados. Os outros casos de atrasos teriam o mesmo motivo.

O estudante diz que a universidade sabe do seu caso e não quer mais aceitar bolsistas do programa. Orientador de Catanoce, o brasileiro Marcello Veiga está há 20 anos no Canadá. "Aqui ninguém sabe o que é o Ciências Sem Fronteiras, portanto, o estudante assiste às aulas clandestinamente".

Falta de contato. O bolsista demorou um mês para conseguir uma explicação sobre seu caso. Não houve reposta e e-mails ficaram inativos sem aviso. "Primeiro ninguém responde, depois ninguém sabe de nada."

Só soube no meio deste mês, após ajuda de bolsistas de outros países, que o endereço eletrônico que tinha estava desativado. "Nas respostas, parece que dizem: ‘Fique feliz por participar’". Por meio da assessoria de imprensa, o CNPq informou que o programa é novo e "precisa melhorar".

Cerca de 11 mil pesquisadores brasileiros estão no exterior com bolsa do Ciência Sem Fronteiras e outros 9 mil devem chegar até o fim do ano.

Portal Ciência sem Fronteiras- Formulários para novas chamadas de SWG já estão disponíveis

28 de Março

Os formulários de inscrição para as novas chamadas de graduação sanduíche (SWG) na Austrália, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal, já estão disponíveis no portal do programa Ciência sem Fronteiras – www.cienciasemfronteiras.gov.br .

As inscrições devem ser realizadas até o dia 30 de abril, por meio do Formulário On-line. A participação na chamada contempla duas formas de inscrição: mediante adesão das Instituições de Ensino Superior (IES), para instituições que possuem curso de pós-graduação reconhecido pela CAPES dentro das áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras; ou mediante candidaturas individuais.

O formulário de inscrição é o mesmo para as duas candidaturas, porém os interessados devem se atentar para as exigências de cada edital e a documentação a ser enviada.

Para as candidaturas mediante adesão da IES, o candidato deve encaminhar o histórico escolar de graduação, comprovante do teste de proficiência, quando exigido, e apresentar o perfil de aluno de excelência, baseado no bom desempenho acadêmico segundo critérios da instituição.

Quando a IES não tiver curso de pós-graduação, o interessado participará por meio da candidatura individual, e deve encaminhar, além do histórico escolar de graduação e teste de proficiência, comprovante de premiação nas categorias dos Prêmios Jovem Cientista, Iniciação Científica e Olimpíadas da Matemática e/ou Ciência, ou outra premiação similar.

Entre outros requisitos o candidato deve estar matriculado em curso de nível superior nas áreas e temas do programa; ter nacionalidade brasileira; ter cursado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para seu curso e se comprometer a permanecer no Brasil pelo dobro de tempo que permanecer no exterior para a realização da graduação sanduíche.

O programa Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do Governo Federal, por meio dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC) e suas instituições de fomento - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Portal CAPES - Chamada do Ciência sem Fronteiras para Reino Unido tem novo Calendário

27 de Março

A Chamada Pública nº 106/2011 do Programa Ciência sem Fronteiras, voltada para levar estudantes de graduação para estágio no Reino Unido, tem um novo cronograma de atividades. Os candidatos selecionados possuem até o dia 15 de maio para preencher formulário do Organização Britânica Universities UK (UUK), instituto responsável pela alocação dos estudantes brasileiros nas universidades inglesas.

A previsão para início das atividades é entre setembro e outubro deste ano. Confira o novo cronograma:

Ciência sem Fronteiras

O programa Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do governo federal que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. O projeto prevê a concessão de mais de 100 mil bolsas de estudo no exterior em quatro anos.

O programa é fruto de esforço do Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de suas instituições de fomento – Capes e CNPq –, e secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

Portal CAPES - Delegação britânica participa de reunião na Capes

22 de Março

Nesta quarta-feira, 22, representantes de universidades britânicas participaram de reunião no edifício-sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (Capes) para conhecer a fundação e os programas. Na oportunidade, também foram apresentadas informações sobre o programa Ciência sem Fronteiras (CsF).

O presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, salientou a parceria feita com o Reino Unido no âmbito do CsF – o edital nº 106/2011, formalizado com apoio da Organização Britânica Universities UK (UUK) na modalidade graduação sanduíche, teve as inscrições encerradas em fevereiro deste ano. "Estamos muito satisfeitos com este programa e com os estudantes que estão indo para o exterior, pois voltarão com um conhecimento avançado e contribuirão para mudanças positivas nas instituições brasileiras", disse.

Além de Guimarães, participaram do encontro a coordenadora-geral de Cooperação Internacional, Thais Aveiro, o coordenador do Cooperação Sul-Norte, Luis Grochocki, e representantes da UK Trade & Investment, da FCO – Embassy Brasília e das universidades UniversitiesUK, Brunel University, University os Central Lancashire, Bangor University, Glascow Caledonian University, University of Bristol, University of West England, University of Strathclyde, University of Northampton, University of Glasgow, Aberystwyth University, University of Birmingham, Harper Adams University College, University of Edinburgh, University of St Andrews, University of Dundee, Middlesex University, Swansea University, University of Ulster, Durham University, Cranfield University, University of Southampton.

Portal CAPES - Bolsistas do CsF têm oportunidade de estagiar na NASA

22 de Março

Um grupo de sete estudantes selecionados pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF) na modalidade graduação sanduíche para os Estados Unidos da América (EUA) realizará seus estágios de verão na Agência Espacial Americana (NASA). Os bolsistas seguirão para o NASA Goddard Space Flight Center, em Greenbelt, após o período letivo na universidade Católica da América (UCA), em Washington.

"Estou ansioso para ir para Nasa Goddard", disse o estudante de engenharia, Fernando R. Jaeger. "Será uma experiência que nós não teríamos no Brasil. Quero saber como os cientistas lidam com as pesquisas e analisar, por meio seus métodos, o alcance ou não dos resultados. É bom saber que estaremos trabalhando e aprendendo muito", completou Fernando. Para o estudante, sua experiência promoverá mudanças para o Brasil. "Estamos em contato com o que há de melhor e usaremos isso para transformar o Brasil em um país tecnológico", disse.

Também estudante de engenharia, Pedro Doria Nehme, elogia a oportunidade. "Estudar com o pessoal da NASA é uma oportunidade espetacular para a gente. Estamos abertos a novas idéias e, com certeza, não voltaremos ao Brasil como chegamos aqui", afirmou o bolsista.

Veja aqui a matéria publicada no site da Catholic University Of America.

Folha.com - Índia vai abrir vagas em universidades para bolsistas brasileiros

22 de Março

Brasil e Índia devem assinar um acordo de cooperação no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras, que financia bolsas para estudantes brasileiros em instituições estrangeiras de ensino superior.

A parceria deverá ser formalizada na visita que a presidenta Dilma Rousseff fará à Índia, no dia 29, para participar da quarta reunião dos chefes de Estado do Brics, acrônimo que identifica o bloco de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Além da reunião do bloco, Dilma visitará a presidenta da Índia, Pratibha Patil, e o primeiro-ministro, Manmohan Singh.

"No caso da Índia, é a primeira vez que implementaremos o programa com um país em desenvolvimento --e um país do Brics. Já aprofundamos as discussões e já identificamos as instituições que deverão participar do programa, que estão nas cidades de Nova Delhi, Mumbai e Bangalore", informou a subsecretária-geral de Política do Itamaraty, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis.

Ainda não está definido o número de estudantes que devem participar do programa com a Índia, mas os bolsistas serão selecionados para estudar em centros de ensino voltados às áreas de ciência e tecnologia, engenharia genética, ciências e tecnologia aeroespacial.

Os dois países também devem assinar acordos nas áreas de meio ambiente, cultura, relações consulares, promoção da igualdade de gênero e tecnologia e inovação.

Portal CAPES - Ciência sem Fronteiras divulga novas chamadas para sete países na modalidade graduação sanduíche

15 de Março

Divulgados novos editais para o programa Ciência sem Fronteiras na modalidade graduação sanduíche com destino à Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal. As inscrições vão até 30 de abril.

O programa CsF é uma iniciativa do Governo Federal, por meio dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC) e suas instituições de fomento - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para estas chamadas, o programa conta com o apoio do G8 Universities; LatinoAustralia; Conseil Interuniversitaire de la Communauté Française de Belgique (CIUF); De Vlaamse Interuniversitaire Raad (VLIR); Consórcio das Universidades de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa (CALDO); Canadian Bureau for International Education (CBIE); Korea Foundation for the Promotion of Private School (KFPP); universidades da Coreia do Sul; Ministério da Educação, Cultura e Esporte da Espanha; Organização Neerlandesa para Cooperação Internacional em Educação Superior (Nuffic); e Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP).

O CsF pretende propiciar nas áreas prioritárias a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, objetivando promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros no exterior, inclusive com a expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos.

Entre outros requisitos o candidato deve estar matriculado em curso de nível superior nas áreas e temas do programa; ter nacionalidade brasileira; ter cursado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para seu curso e se comprometer a permanecer no Brasil pelo dobro de tempo que permanecer no exterior para a realização da graduação sanduíche. É importante também observar os testes de proficiência exigidos em cada país. As chamadas destinam-se à convocação de alunos para a realização dos estudos nos países citados acima. Os formulários de inscrição e demais informações estão disponíveis aqui.

Veja os editais completos:

Portal CAPES - Edital do CsF seleciona estudantes de doutorado para universidades da Inglaterra

15 de Março

Foi publicado nesta quinta-feira, 15, o edital do novo Programa Capes/Universidade de Nottingham/Universidade de Birmingham – Bolsa de Doutorado Pleno e Doutorado Sanduíche. A iniciativa prevê a concessão de até 30 bolsas e as inscrições vão até o dia 26 de abril.

O objetivo do programa é apoiar estudantes a realizar o doutorado pleno e doutorado sanduíche nas Universidades de Nottingham ou na Universidade de Birmingham, ambas na Inglaterra, para formação de docentes e pesquisadores de alto nível e a consolidação da cooperação científica entre o Brasil e o Reino Unido.

O edital, que integra o Programa Ciência sem Fronteiras, prevê a seleção de bolsistas especialmente nas áreas de ciências biomédicas e da saúde; computação e tecnologias da informação; tecnologia aeroespacial; fármacos; produção agrícola sustentável; petróleo, gás e carvão mineral; energias renováveis; biotecnologia; nanotecnologia e novos materiais; biodiversidade e bioprospecção.

Candidaturas

O programa prevê duas modalidades de participação: doutorado pleno, cujo objetivo é formar doutores, em áreas do conhecimento consideradas de vanguarda, em que a pósgraduação no país ainda seja deficiente ou em áreas prioritárias para o Brasil; doutorado sanduíche, com o objetivo de apoiar o doutorando para usufruir da oportunidade de aprofundamento teórico, coleta e tratamento de dados ou desenvolvimento parcial da parte experimental de sua tese a ser defendida no Brasil.

Em ambas as modalidades, estão previstas mensalidades a partir de £910,00, passagem aérea de ida e volta, auxílio seguro-saúde e auxílio instalação. Além da isenção de taxas e anuidades da universidade. Para se inscrever, o estudante deverá apresentar sua candidatura separadamente à Capes e à Universidade de Nottingham e/ou à Universidade 3 de Birmingham, composta de projeto de pesquisa, formulários e documentação complementar.

Acesse o edital.

Ciência sem Fronteiras

O programa Ciência sem Fronteirasé uma iniciativa do governo federal que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. O projeto prevê a concessão de mais de 100 mil bolsas de estudo no exterior em quatro anos.

O programa é fruto de esforço do Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de suas instituições de fomento – Capes e CNPq –, e secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

Portal CAPES - Capes participa de Feira de Ciências e Engenharia

16 de Março

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) participou, como expositora, da 10ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada de 13 a 15 de março, nas dependências da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP).

Em seu estande, a Capes disponibilizou aos visitantes material comemorativo aos 60 anos da agência, números variados da Revista Brasileira de Pós-graduação (RBPG), informações sobre o programa Ciência sem Fronteiras, além de ações da Capes voltadas à educação básica.

A diretora Carmen Moreira Neves participou da abertura e falou sobre o novo programa Escola sem Fronteiras (Foto: Thaís Pimenta - ACS/Capes)

A diretora de Formação de Professores da Educação Básica da Capes, Carmen Moreira de Castro Neves, participou da cerimônia de abertura do evento e falou sobre o novo programa anunciado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e que ficará sobre a coordenação da Capes, o programa Escola sem Fronteiras, destinado a permitir que professores que se destacam na educação básica conheçam experiências exitosas de educação dentro e fora do país.

O evento contou com a exposição de 325 projetos desenvolvidos por 745 jovens talentos oriundos de escolas públicas e privadas de ensino fundamental, médio e técnico de todas as regiões do país. Os projetos, a exemplo das edições anteriores, oferecem soluções alternativas – muitas vezes inovadoras – para problemas da sociedade.

Febrace

A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia é um movimento nacional de estímulo ao jovem cientista, que todo ano realiza na USP uma grande mostra de projetos. Entre os objetivos do evento estão o estímulo a novas vocações em ciências e engenharias, por meio do desenvolvimento de projetos criativos e inovadores; a aproximação das escolas públicas e privadas das universidades, criando oportunidades de interação entre estudantes, professores e comunidade universitária e melhorando a compreensão dos papeis das universidades em ensino, pesquisa, cultura e extensão.

O evento conta com apoio da Capes e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio de edital de apoio a feiras de ciências.

Portal CAPES - Capes firma acordo com grupo de oito universidades australianas

19 de Março

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) firmou, nesta segunda-feira, 19, memorando de entendimento em ensino superior e pesquisa, no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), com o Group of Eight,conglomerado de oito universidades australianas.

Acordo prevê mobilidade de estudantes e realização de seminários e workshops, entre outras ações (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)

A parceria foi formalizada pelas assinaturas do presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, e do vice-chanceler da Universidade de Sidney, Michael Spence. Para Guimarães, o CsF facilitará as relações entre os países. "Nossa maior expectativa é que o CsF aumente as possibilidades de cooperação acadêmica entre Brasil e Austrália", explicou. Já para Spence, com a cooperação, os países terão benefícios além dos acadêmicos. "Além da mobilidade acadêmica, temos interesse na aproximação entre as culturas, na diversidade populacional e na economia lantino-americana, entre outras", completou o vice-chanceler.

Entre os objetivos do memorando estão a promoção de oportunidades de cooperação acadêmica, por meio de seminários, workshops e conferências; o intercâmbio de cientistas, estudantes e professores; o fomento a novas vias para colaboração em pesquisa e projetos conjuntos de pesquisa, além da mobilidade de estudantes entre Austrália e Brasil.

Group of Eight

O Group of Eight é formado pelas universidades de Queensland, Adelaide, Melbourne, New South Wales, Sydney, Western Austrália, Monash e Universidade Nacional da Austrália.

Com acordo, grupo formado por oito universidades australianas passa a participar do programa CsF (Foto: Guilherme Feijó - ACS/Capes)

Ciência sem Fronteiras

O programa Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do governo federal que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. O projeto prevê a concessão de mais de 100 mil bolsas de estudo no exterior em quatro anos.

O programa é fruto de esforço do Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de suas instituições de fomento – Capes e CNPq –, e secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

Portal CAPES - Delegação da Capes visita Universidades Francesas

19 de Março

O diretor de Relações Internacionais da Capes, Márcio de Castro Silva, participou, no período de 12 a 16 de março, juntamente com representantes de universidades brasileiras e de institutos federais de ciência e tecnologia, de visita acadêmica e profissional à França. A missão teve o objetivo de discutir o aprofundamento das relações institucionais e do intercâmbio acadêmico e científico entre Brasil e França, no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras (Csf).

Representantes de universidades, institutos federais e técnicos da Capes participaram da missão à França (Foto: Camila Kobayashi - APE/Capes)

Durante a missão, o grupo participou de workshops sobre o CsF e de reuniões em universidades francesas nas cidades de Lyon, Toulouse, Paris, Angers e Nantes, no sentido de promover o intercâmbio de estudantes e pesquisadores.

A delegação foi composta por 21 representantes de universidades brasileiras; nove representantes de institutos federais, além de técnicos da Capes. A visita foi realizada com o apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Embaixada da França em Brasília.

Jornada CampusFrance-Brasil

O presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, participou, no dia 14 de março, da jornada CampusFrance-Brasil, evento que discutiu, entre outros assuntos, a internacionalização da universidades brasileiras; a dupla diplomação nos níveis de graduação e doutorado; a formação linguística dos estudantes; reconhecimento de créditos e diploma.

Presidente da Capes participa da jornada CampusFrance-Brasil no Ministério das Relações Exteriores Francês (Foto: Camila Kobayashi - APE/Capes)

Também participaram da programação representantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e dos ministérios franceses das relações exteriores e do ensino superior e da Pesquisa.

RUE 2012

A Capes participou ainda – como expositora - do encontro Francês das Universidades e Empresas (RUE 2012), realizado nos dias 15 e 16 de março. Na ocasião, o estande da agência recebeu a vista do ministro francês do ensino superior e da pesquisa, Laurent Wauquiez.

Portal CNPq - Revista britânica diz CsF é ousada tentativa de estimular avanço do Brasil

16 de Março

O programa Ciência sem Fronteiras (CsF), que prevê a concessão de mais de 100 mil bolsas de estudo para que brasileiros se capacitem no exterior, foi qualificado pela revista britânica The Economist como a "mais ousada tentativa do Brasil de estimular seu crescimento econômico".

Lançado em 2011, em parceria dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC), o projeto tem como meta formar alunos de graduação e pós-graduação em países como Alemanha, EUA e Reino Unido, para torná-los, nas palavras do governo Federal, "competitivos em relação à tecnologia e inovação".

"Até o final de 2015, mais de 100 mil brasileiros (oficialmente, o governo diz que serão 75 mil) terão passado cerca de um ano no exterior nas melhores universidades do mundo, estudando temas como biotecnologia, oceanologia e engenharia de petróleo, que o governo considera essenciais para o futuro do país", afirma a revista em sua edição que chegou às bancas nesta sexta-feira (16). "Isso custará R$ 3 bilhões, sendo um quarto disso pago por empresas privadas e o resto, pelo dinheiro dos impostos."

A publicação cita autoridades defendendo que a melhoria na qualidade da mão de obra brasileira pode fazer "uma grande diferença" - ainda que no longo prazo - no fomento às taxas de crescimento da economia, atualmente menores que as de outros países do grupo Bric.

Além disso, brasileiros diplomados ganham, em média, 3,6 vezes mais do que os formados apenas no ensino médio, segundo a publicação britânica.

Mão de obra - "Empresários se queixam da dificuldade em encontrar mão de obra qualificada (no Brasil). Pessoas treinadas em áreas científicas são especialmente escassas. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) diz que muitos dos 30 mil engenheiros formados anualmente no país vêm de instituições medíocres", prossegue a reportagem.

"As autoridades esperam que estudantes retornem com boas ideias do exterior e elevem os níveis (de ensino) esperados nas universidades brasileiras".

A revista também cita Allan Goldman, do grupo sem fins lucrativos Institute of International Education, dizendo que o programa tem "escala e velocidade sem precedentes" Até então, o envio de brasileiros para estudos no exterior era menor que o de países como Índia e China.

"Os EUA são o destino mais popular, mas até 2011 havia apenas nove mil brasileiros em campi americanos (excluindo-se os estudantes de idiomas). Juntos, os chineses e indianos somavam 260 mil", afirma a Economist . (Com informações da BBC Brasil)

The Economist - Education in Brazil: Studying the world

Selling her country's technological prowess and booming IT market was the main order of business for Dilma Rousseff at a big trade fair in Hanover on March 5th. But Brazil's president made sure to pose for photographs with young compatriots who last month began to study at German universities under her government's new scholarship programme, Science Without Borders.

By the end of 2015 more than 100,000 Brazilians—half of them undergraduates, half doctoral students—will have spent a year or so abroad at the best universities around the world studying subjects such as biotechnology, ocean science and petroleum engineering which the government regards as essential for the nation's future. That will cost 3 billion reais ($1.65 billion), a quarter of which will come from businesses and the rest from the Brazilian taxpayer.

Science Without Borders is Brazil's boldest attempt to move up an economic gear. The country's trend rate of growth, at 4-4.5%, is slightly below the Latin American average and far slower than in the other BRIC countries. Officials hope that improving the quality of the workforce could make a big difference, though it will take time to have an effect.

Bosses complain about the difficulty of finding well-qualified staff. Unemployment is at a record low. Brazilians with degrees earn 3.6 times as much as high-school graduates, a multiple unmatched anywhere in the OECD, a group of mainly rich countries. Staff trained in science and related subjects are particularly scarce. IPEA, a think-tank with links to the government, says that too many of the 30,000 engineers Brazil produces each year come from mediocre institutions—and that, anyway, the country needs twice that number. Officials hope that students returning with fresh ideas picked up abroad will raise standards in their home universities too.

Foreign universities and governments are leaping at the chance of teaching Brazilian students. The United States has already signed up to take 20,000; Britain, France, Germany and Italy will take 6,000-10,000 each. Laggards are scrambling to attract the rest. The Brazilians will pay full fees. And host countries spy the longer-term return of building mutually profitable contacts, in business as well as education.

"The scale and speed of this programme are unprecedented," says Allan Goodman of the Institute of International Education, a non-profit group that is managing the programme for American universities. It is organising three-month industry placements for all its Brazilian visitors. Edinburgh University expects its first Brazilian scholarship students in September. It already has links with Petrobras, Brazil's state-controlled oil company, and is opening a São Paulo liaison office, its third after Beijing and Mumbai, to take advantage of what it hopes will be a growing body of alumni.

Until now, few Brazilians have studied abroad. The United States is the most popular destination—yet last year there were only about 9,000 Brazilians on its campuses (excluding language students). The Chinese and Indian contingents together came to 260,000. Those Brazilians who have foreign degrees have had a disproportionate influence back home. In the 1960s and 1970s the government paid for PhDs abroad in oil exploration, agricultural research and aircraft design. Brazil is now a world leader in all three fields

Portal CAPES - Presidente da Capes fala sobre Ciência sem Fronteiras no programa Bom Dia DF

21 de Março

O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, participou na manhã desta quarta-feira, 21, do programa "Bom Dia DF" da Rede Globo. O assunto da entrevista foi o programa Ciência sem Fronteiras. O destaque da participação foi para as novas chamadas de sete países na modalidade graduação sanduíche, com destino à Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal. As inscrições vão até 30 de abril.

Confira o vídeo.

Portal CAPES - Novo edital do Pibid recebe propostas até maio

20 de Março

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulga nesta terça-feira, 20, o Edital nº 11/2012, referente ao Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid). Serão selecionados projetos formulados por instituições de ensino superior (IES) com o objetivo de fomentar a formação inicial de profissionais do magistério, seguindo as diretrizes do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação e aos princípios da Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica.

Poderão apresentar novas propostas IES públicas, filantrópicas, confessionais ou comunitárias que não participam do Pibid e que possuam cursos de licenciatura legalmente constituídos e tenham sua sede e administração no país e instituições participantes do Pibid com projetos aprovados pelos editais Capes Nº 02/2009, 18/2010 e 01/2011. As propostas devem ser submetidas até 4 de maio, em formato eletrônico, por meio do SICAPES, disponível no link http://sicapes.capes.gov.br, juntamente com os documentos descritos no edital.

Itens financiáveis

A Capes concederá bolsas nas modalidades iniciação à docência (para estudantes de licenciatura, no valor de R$ 400 mensais), supervisão (para professores de escola pública que orientem no mínimo 5 e no máximo 10 alunos, no valor de R$ 765 mensais), coordenação de área (para professores da instituição proponente, no valor de R$ 1,4 mil mensais), coordenação de área de gestão de processos educacionais (para professor da instituição proponente, no valor de R$ 1,4 mil mensais) e coordenação institucional (para professor da instituição proponente, no valor de R$ 1,5 mil mensais). O projeto institucional receberá recursos de custeio no valor máximo de R$ 30 mil por subprojeto, por ano.

O resultado está previsto para ser divulgado em junho deste ano. Os novos projetos e subprojetos deverão ter suas atividades iniciadas até o dia 14 de agosto. O prazo de execução dos projetos aprovados é de até um ano, com vigência final para 31 de julho de 2013. O projeto poderá ser prorrogado uma única vez por até 12 meses, a critério da Capes.

Mais informações pelo e-mail editalpibid@capes.gov.br ou pelo telefone (61) 2022-6563.

Prorrogação

No Diário Oficial da União desta segunda-feira, 19, foi publicada portaria que prorroga até o dia 31 de julho de 2013 a continuidade dos projetos do Pibid, selecionados pelos editais Capes/DEB nº 02/2009 e nº 018/2010. Para a prorrogação é necessária solicitação formal à Capes, acompanhada dos respectivos planos de trabalho. A prorrogação não implica aumento nos quantitativos de bolsas concedidas nos projetos em andamento. Acesse a Portaria nº 21 de 12 de março de 2012.

Portal CNPq - Estudo avalia a importância do acesso dos indígenas à educação de nível superior

16 de Março

O Brasil tem cerca de 230 povos indígenas distribuídos ao longo do seu território. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são pelo menos 734 mil pessoas de diversas etnias, que falam 180 idiomas.

Projeto coordenado pelo antropólogo Antonio Carlos de Souza Lima, que é Cientista do Nosso Estado, ligado a Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), pesquisador nível 1-B do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e professor do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), avalia a importância do acesso dos indígenas à educação de nível superior, para que exerçam um papel de protagonismo político e intelectual na sociedade.

De acordo com Lima, a educação superior e o fortalecimento de uma intelectualidade indígena têm sido reivindicados pelos indígenas como condições essenciais para redefinir suas relações com o próprio Estado, favorecendo a criação de políticas públicas mais adequadas às aldeias. Para isso, ele faz uma análise teórica não só das ações governamentais nessa área, mas das próprias organizações indígenas e das universidades que vem recebendo cada vez mais esses estudantes.

"O objetivo do projeto é refletir sobre a situação de uma nova geração de lideranças indígenas no Brasil, que têm sido formadas também nas universidades, e contribuir para que elas tenham uma melhor formação", explica Lima, também co-coordenador do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (Laced) do Museu Nacional.

Estado pluriétnico - O antropólogo social lembra que as relações do Estado com os indígenas vêm se transformando nas últimas décadas. A partir da Constituição de 1988, eles deixaram a condição de legalmente tutelados, isto é, apenas parcialmente responsáveis por seus atos, como os brasileiros não indígenas menores de 18 e maiores de 16 anos. Finalmente, eles passaram a ser capazes de se representar juridicamente por meio de organizações, e tiveram seu estatuto de "povos" reconhecido pelo governo, com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Congresso Nacional em junho de 2002.

"Hoje, são povos que tiveram que se articular politicamente em função da luta pela terra e outros direitos coletivos, que demandam projetos de sustentabilidade e desenvolvimento, e buscam projetos e parceiros. Só na Amazônia, são mais de 400 organizações indígenas", diz Lima.

Nesse novo cenário, surgido com a redemocratização do país, em que o papel das lideranças políticas dos grupos indígenas ganha força, o acesso à educação de nível superior, por jovens da tribo, pode ser uma ferramenta de transformação para todo o grupo.

"A universidade, devidamente transformada para lidar com a diferença sociocultural, pode ser um caminho importante para que indivíduos indígenas aprendam a negociar com o nosso mundo para formular políticas públicas específicas. Os indígenas querem ter acesso ao conhecimento acadêmico para utilizá-lo a favor de seus povos, sem deixar de lado suas tradições", diz o professor, que vem atuando também em ações de suporte à qualificação universitária de indígenas com os projetos Trilhas de conhecimentos: o ensino superior de indígenas no Brasil, realizado de 2004 a 2009, e A educação superior de indígenas no Brasil: avaliação, debate e qualificação, que coordena hoje -- ambos apoiados pela Fundação Ford. Segundo o professor, as políticas afirmativas voltadas para a educação dos indígenas devem ser repensadas. "O Ministério da Educação tem financiado cursos de formação de professores indígenas, que atuam como multiplicadores do conhecimento nas suas próprias comunidades, mas não há uma política federal de concessão de bolsas de estudo para o custeio da permanência dos indígenas durante os cursos regulares nas universidades", destaca Lima. "Nem se tem criado cursos novos que contemplem mais especificamente os interesses indígenas, menos ainda dialogado com os conhecimentos específicos desses povos no dia a dia das universidades. Eles não têm condições de se manter na universidade sem um apoio diferenciado, salvo por casos de indivíduos de algumas famílias", completa.

Para o pesquisador, estudar o tema sob a perspectiva antropológica é um primeiro passo para reduzir o desconhecimento sobre os modos de vida indígena e promover uma sociedade mais plural. "Existem muitos trabalhos sobre a educação escolar indígena, mas poucos sobre a educação de nível superior para esses povos. Esse é um diferencial do projeto", resume. (Com informações da Faperj)

The Hindu - Brazil eyes B.Ed. graduates from Kerala

One hundred B.Ed. graduates from Kerala may soon teach English and math in schools inBrazil under a proposed programme of academic cooperation between that country and the State's Education Department.

If the programme metamorphoses into an agreement between Brazil and Kerala, 400 more school teachers may be headed to that country to teach children in the 6-12 age group. M. Sivasankar, Secretary, General Education; and K. Anvar Sadath, Executive Director of IT@School Project, left for Brazil on Saturday to explore the possibility of instituting a programme of academic collaboration.

Current indications are that a pilot version of the proposed programme which would be funded by the federal government of Brazil and by international agencies such as UNESCO may be rolled out in the state of Pernambuco.

Raising standards

“This is in continuation of the visit of Robert Viana Batista, an entrepreneur and philanthropist from Brazil, to Kerala in the first week of February this year. During his visit he had said that they are striving to bring up the educational standards in municipality schools in Brazil for which they are planning to recruit Indian teachers with master's in science, preferably B.Ed., to teach Brazilian children English and Maths through IT,” the Mr. Sadath told The Hindu . Teachers selected to go to Brazil would be given special content-based training. While the content development for such training would be done by the IT@School, the funding would come from Brazil.

During preliminary discussions with Mr. Batista it was resolved that the process of identifying B.Ed. graduates either through a campus placement mode or through direct recruitment had to be co-ordinated by the Higher Education Department here.

Mauricio Rands, Secretary of government, State of Pernambuco and Elected Member of the Brazilian National Parliament, in a recent letter to the Department of Education, had pointed out that Brazil's immediate need was for 100 B.Ed. graduates by the end of June 2012 and another 400, by the end of December 2012. “By developing this project, the States of Kerala and Pernambuco will be leading the most important cooperation ever done between India and Brazil,” it reads.

DCE – II Feira internacional de Opções de Bolsas de Estudos de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inovação.

De 23 a 25 de Fevereiro, realizou-se em São José, Costa Rica, a II Feira internacional de Opções de Bolsas de Estudos de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inovação, organizada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia costarriquenho.

O evento foi inaugurado com discursos do Ministro da Ciência e Tecnologia, Alejandro Cruz, do Vice-Ministro da referia pasta, Kellor Rojas, e da Senhora Dorothy Winnen, representante do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico da Embaixada da Alemanha.

Durante a feira foram fornecidas informações sobre os Programas de Estudante Convênio nos níveis de Graduação e Pós-Graduação (PEC-G e PEC-PG).

Fotos do evento:

O Estado de São Paulo - Para pesquisador, investimento em educação deve ser 10,7% do PIB

20 de Março

O professor da Universidade de São Paulo (USP), José Marcelino Rezende Pintor, afirmou que para cumprir efetivamente as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), o investimento do PIB no setor deve chegar a 10,7% em 2020. Ele participou de reunião da comissão especial da Câmara dos Deputados que discute a proposta nesta terça-feira. Segundo o professor, o Ministério da Educação “errou” ao fazer as contas e apontar o investimento necessário de 7% do PIB para alcançar os indicadores apontados no PNE. De acordo com Marcelino, esse percentual corresponderia à necessidade de investimento apenas para 2012. “Além disso, a comissão sequer foi municiada com planilhas para entender as contas.”

Integrante do Conselho do Movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos sugeriu que os parlamentares peçam as contas feitas pelo Executivo para chegar à conclusão de que 7% do PIB são suficientes para financiar a educação até 2020. Ele ressaltou que é preciso um grande investimento para atingir uma equidade mínima entre as escolas, que é proposta pelo Custo Aluno Qualidade (CAQ). Ramos destacou que o País colocou como meta do Ideb a nota 6 (que era o desempenho da Comunidade Europeia em 2005), mas aplica apenas cerca de 1/3 do montante investido pelos países europeus em ensino. Na Europa, informou ele, são cerca de R$ 9 mil por aluno, enquanto no Brasil, em 2010, esse valor ficou por volta de R$ 3,5 mil.

Parâmetros - O professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) Nelson Cardoso Amaral destacou que é possível escolher vários indicativos para definir a qualidade que se deseja para a educação. “É preciso levar em conta o que queremos e em quanto tempo vamos chegar lá”, afirmou. De acordo com Amaral, se o País aplicar 10% do PIB, atingirá padrões próximos aos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 6 mil dólares por aluno entre 2020 e 2030. Se forem aplicador 8% do PIB, informou ele, esse patamar será atingido entre 2030 e 2040 e, se for aplicado 7%, só se aproximará dos valor investido pelas nações ricas entre 2040 e 2050. Com informações da Agência Câmara.