Compartilhe sua experiência como estudante-convênio!

Escreva para dce@itamaraty.gov.br, com o Assunto "Depoimento PEC". Por favor, inclua na mensagem as seguintes informações:

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  • País de origem
  • Curso
  • IES
  • Ano em que ingressou no PEC-G
  • Ano em que concluiu o curso (caso aplicável)
  • Sua ocupação atual (caso aplicável)

Confira, a seguir, alguns depoimentos de estudantes-convênio a respeito de suas experiências e do aprendizado no Brasil.

alunos estrangeiros participantes do PEC


Vídeo sobre o PEC-G produzido por alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)


António Sedja Mam, atual Procurador-Geral da República de Guiné-Bissau, PEC-G 1990, cursou Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)


Ana Emília de Barros Sá, de Guiné-Bissau, Conselheira do Ministro de Estado da Função Pública, Reforma do Estado, Trabalho e Segurança Social de abril de 2013 a junho de 2014 e atual Presidente do Instituto da Mulher e da Criança, PEC-G 1978, cursou Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP)


Augusto Olivais, Deputado da Nação pelo Partido da Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC), PEC-G 1983, cursou Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)


Augusto Regala, conceituado arquiteto guineense, responsável pelo projeto da sede nacional do Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO), PEC-G 1985, cursou Arquitetura na Universidade Federal da Paraíba (UFPB)


Aneximandro Zylene Casimiro Menut, Secretário-Executivo do Secretariado Nacional da Luta contra a AIDS em Guiné-Bissau entre julho de 2014 e janeiro de 2016, PEC-G 2003, cursou Administração na Universidade Federal de Alagoas (UFAL)


Augusto Artur António da Silva, de Guiné-Bissau, PEC-G 1978, foi Ministro da Educação Nacional, Cultura, Ciência, Juventude e dos Desportos de maio de 2009 a abril de 2012, e Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades de outubro de 2015 a maio de 2016, cursou Engenharia de Pesca na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)


Reportagem com alunos PEC-G da Universidade Federal do Pará (UFPA)


José Maria Neves, ex-Primeiro Ministro de Cabo Verde, PEC-G 1980, cursou Administração Pública na Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP)


Romilva do Rosário Costa, de Cabo Verde, PEC-G 2008, cursou Midialogia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

Leia o depoimento aqui.


"...A experiência foi ótima para meu crescimento como pessoa, nesse sentido o Brasil me ajudou muito a crescer e a deixar de ser aquela menina mimada que eu era. Obrigada, PEC-G, e boas continuações!"

Jenny Telemaque, do Haiti, PEC-G 2007, cursou Comunicação Social na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)


“O PEC-G é oferecido a diversos países, mas é especialmente importante para a Guiné-Bissau, pois ajuda a qualificar a mão-de-obra e melhorar a qualidade dos serviços quando os egressos do Brasil voltam ao país, colocando o país no caminho do desenvolvimento sustentável. Para mim, foi uma porta de oportunidades para sonhar, pois quando terminei o ensino médio fiquei nove anos sem estudar, e não pensava que teria condições de frequentar um curso superior e um mestrado. Além disso, passei a participar do debate nacional e influenciar as discussões do meu país".

Rui Jorge Semedo, de Guiné-Bissau, PEC-G 2002, cursou Ciências Sociais pela Universidade Federal de Roraima (UFRR)


"O estudo na área de fonoaudiologia me serviu de muito em La Paz, já que na Bolívia ainda não há muitos profissionais nessa área. Atualmente, trabalho como diretora de uma escola de educação especial em El Alto [cidade da região metropolitana de La Paz] e não troco meu trabalho [por nada], devido ao tipo de pessoas com quem eu realizo essas atividades. Graças ao convênio [entre Brasil e Bolívia], conheci pessoas de alta qualidade e os docentes foram excelentes no ensino do que agora eu exerço. Para todos eles, um 'obrigado' muito especial."

Jenny Rada Ortega, da Bolívia, PEC-G 1995, cursou Fonoaudiologia na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP)


"Meu tempo no Brasil foi uma época de muita magia e crescimento. (...) Em resumo, tive grandes amigos, entre estudantes e grandes docentes, que souberam nos dar o melhor do conhecimento, [tudo isso] em meio a uma cidade generosa e abundante, a qual me aportou uma grande experiência, devido à sua atitude positiva, seu profissionalismo, sua eficácia de potência mundial e também devido à alegria e o jeitinho brasileiro de exprimir cada possibilidade de cada momento".

Diego Aramburo, da Bolívia, PEC-G 1995, cursou Interpretação Teatral na Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO)


"Adorei o Brasil e o seu povo. A experiência de vida acadêmica e social permitiram-me uma reinserção mais ativa e produtiva após o meu retorno a Moçambique. Recomendaria aos meus compatriotas e a outros jovens africanos para a freqüência de Universidades brasileiras."

Ismael Jamú Mussá, de Moçambique, PEC-G 1991, cursou Serviço Social na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)


“A efervescência e liberdade acadêmicas, a amizade, a convivência e o respeito pela distensão, que me marcaram enquanto estudante do Programa do Estudante Convênio de Graduação Brasil-Moçambique, acompanham firmemente o meu caminhar profissional e o meu modo de encarar a vida. Guardo vivas, boas e eternas lembranças de ensinamentos inesquecíveis, pessoas amigas, lugares maravilhosos e históricos, criatividade/imaginação, do jeitinho e da alegria contagiante do povo brasileiro. Valeu a pena ter estudado no Brasil!"

Taibo Caetano Mucobora, de Moçambique, PEC-G 1992, cursou Direito na Universidade de São Paulo (USP)


“A minha experiência como aluno de Medicina foi a mais maravilhosa possível, visto que tive a oportunidade de interagir com os melhores professoras de Medicina da América Latina, além de conviver com alunos de diversos países que fazem intercâmbio com a USP.”

Lawrence Aseba Tipo, de Cameroun, PEC-G 1991, cursou Medicina na Universidade de São Paulo (USP)


"A formação no Brasil preparou-me para enfrentar os desafios de desenvolvimento de um Moçambique dilacerado pela guerra dos 16 anos, lançar as bases para uma paz duradoira, educar as novas gerações e participar na reorganização de um país democrático."

Orlando Pedro Candua, de Moçambique, PEC-G 1989, cursou Psicologia na Universidade de Brasília (UnB)


"Minha experiência universitária na UFRGS foi positiva, devido às excelentes características do Programa Estudantes-Convênio, generosamente oferecido pela República Federativa do Brasil a várias gerações de bolivianas e bolivianos. Durante meu programa de estudos acadêmicos, tive a oportunidade de ter aulas com extraordinários professores, com base numa relação de amizade com cidadãos brasileiros, que permanece até o dia de hoje. É por essa razão que deixo registrada a minha enorme dívida de gratidão para com a República Federativa do Brasil, pela oportunidade de seguir estudos universitários gratuitos e conhecer a riqueza cultural brasileira, cuja influência foi decisiva em minha formação como economista e tem sido fonte de inspiração para o serviço público que tive o privilégio de oferecer na Bolívia".

Mauro Alberto Bertero Gutiérrez, da Bolívia, PEC-G 1977, cursou Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)


"(...) toda a minha formação superior se deu nas Universidades brasileiras, o que significa, a relação entre o que fiz ou faço do ponto de vista profissional tem em grande medida a ver com esta formação. São conhecimentos adquiridos, forma de visão do mundo e de ser na sociedade que possibilita por um lado reafirmar a minha convicção de ter valido a pena estudar no Brasil, e por outro maior, a responsabilidade para que os meus compatriotas façam uso do meu conhecimento adquirido em prol do desenvolvimento do meu país."

Jamisse Uilson Taimo, de Moçambique, PEC-G 1977, cursou Teologia na Universidade Metodista de São Paulo (UMESP)


(...) estudar num dos principais centros de produção científica do Brasil, como é considerada a Universidade de São Paulo (USP), foi uma experiência muito proveitosa, já que estive em contato com personalidades do mundo científico brasileiro. No que se refere à convivência diária na sociedade paulistana, tive a sorte de receber a riqueza cultural de uma cidade intensa, onde se concentram muitos imigrantes e que, desde os anos 70 até hoje, segue sendo um ponto cultural muito forte.

Jorge Héctor Gonzales Cordero, da Bolívia, PEC-G 1974, cursou Comunicação Social - Jornalismo na Universidade de São Paulo (USP)


"Estudar no Brasil realmente foi uma experiência maravilhosa e inesquecível. Foi um privilégio que poucas pessoas têm a sorte de ter e aquelas que têm não podem deixar [de aproveitar]. [Vale a pena] fazer qualquer sacrifício para culminar uma carreira universitária em uma de tantas e maravilhosas universidades brasileiras que, por [sua] excelência, são reconhecidas internacionalmente. Estudar no Brasil [representa] conhecer a cultura, outro ambiente, outras pessoas, outra vida. Tem que experimentar. O contato com a sociedade curitibana, no meu caso, com meus colegas, professores, com meus amigos, foi muito cordial, sincero, amistoso e nunca senti nenhum tipo de discriminação. Sempre fui feliz, uma vida grata, alegre, muito estudo com o fim de deixar o nome da Bolívia bem no alto. Aconselho aos futuros estudantes-convênio e aos seus pais fazer qualquer sacrifício para enviar seus filhos para estudar no Brasil, [porque] o nível acadêmico é muito alto e, como diz a canção, o Brasil é 'um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza'."

Arturo Salcedo Ibañez, da Bolívia, PEC-G 1978, cursou Odontologia na Universidade Federal do Paraná (UFPR)